Judith Teixeira

Durante a primeira República, Judith Teixeira publica poemas em que fala do amor e do erotismo entre mulheres de modo explícito. Os escritores António Botto e Raul Leal também abordam explicitamente a homossexualidade. Em 1923, o Governador Civil de Lisboa faz apreender, para depois cremar, exemplares de Decadência de Judith Teixeira, de Sodoma Divinizada de Raúl Leal e das Canções de António Botto.